Embora o ar condicionado de janela ainda exista no mercado, o modelo split se tornou o mais comum em instalações residenciais e comerciais no Brasil nos últimos anos — e a escolha entre os dois costuma envolver alguns critérios bem práticos.
Instalação e estética
O ar de janela exige uma abertura na parede ou esquadria compatível com seu tamanho, o que nem sempre é possível ou desejável esteticamente. O split divide o sistema em duas unidades (interna e externa), permitindo instalação mais discreta e flexível quanto à posição na parede.
Ruído e eficiência
Como o compressor fica na unidade externa, o split costuma ser bem mais silencioso dentro do ambiente do que o modelo de janela, que concentra tudo em uma caixa só. Em geral, os splits atuais também têm melhor eficiência energética, especialmente os modelos inverter.
Custo e manutenção
O investimento inicial do split tende a ser um pouco maior, já que a instalação é mais elaborada (furação, tubulação, dreno). Em compensação, a manutenção é mais acessível a longo prazo e as peças de reposição são fáceis de encontrar, dado quão comum o modelo se tornou.
Para a grande maioria dos ambientes residenciais e comerciais hoje, o split costuma ser a escolha mais equilibrada — mas vale considerar o contexto específico do seu espaço antes de decidir.

